Não há palavras para classificar a posição ou a postura da comunidade internacional (em especial das Nações Unidas) de meros observadores e telespectadores das contínuas atrocidades de Bashar al-Assad ao povo da Síria. É vergonhosa, escandalosa, desesperante a falta de acção ou de reacção aos crimes do ditador sírio!
"Nem todos estão à vontade com a ideia de que a política é um vício. Mas é. Eles são viciados e mentem e enganam e roubam como fazem todos os junkies." - Hunter Stockton Thompson
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quinta-feira, 1 de março de 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
Viva o Fado! Viva a nossa cultura!
( O Fado, pintura de José Malhoa, 1910)
O Fado foi reconhecido Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Não sei por anda o secretário de Estado da Cultura ou até o ministro da Educação, mas isto é mais um sinal positivo de que devemos continuar a apostar e a promover a nossa cultura e a nossa educação, não menosprezando a nossa identidade enquanto povo. O Fado continua a ser um motivo de orgulho para os portugueses em geral. Foi com esta música, cantada pela diva do Fado e em jeito de homenagem a Amália e aos portugueses, que António Costa convenceu o juri do comité: [ Estranha Forma De Vida].
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Palestina na UNESCO
A admissão da Palestina à UNESCO promete fazer correr muita tinta. Os EUA, reféns de outros interesses contrários a esta adesão, já suspenderam o financiamento à agência da ONU, como forma de protesto e/ou retaliação. Na votação, Portugal absteve-se, dando indicadores de uma táctica cautelosa, para não ferir susceptibilidades (e também interesses). Recorde-se que Portugal vai este mês presidir ao Conselho de Segurança da ONU. Mas, interesses à parte, a Palestina dispôs dos votos necessários para a sua admissão, e tornou-se membro de pleno direito da UNESCO. Este resultado promete abrir um novo campo de batalha entre palestinianos e israelitas.
sábado, 27 de agosto de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
A intervenção militar na Líbia
Escusado será dizer que, sábio seria experimentar todos os caminhos antes de chegar às armas! Mas, com o passar das horas, a indecisão de uns quanto à forma de intervir na Líbia, estava a custar a vida a civis inocentes e algo de muito urgente tinha de ser feito... A intervenção militar na Líbia, comandada pelos Estados Unidos da América e tendo como co-responsáveis alguns paises membros da NATO, não é a melhor solução! Há ainda um pormenor relevante e lamentável: O seu ok foi dado por Barack Obama, um Nobel da Paz. Neste momento, apenas se espera que os EUA (e outros que para lá hão-de ir) não transformem a Líbia noutro Iraque ou noutro Afeganistão. Em relação a nós, portugueses, como somos cidadãos de brandos costumes e não queremos que as relações entre José Sócrates e Khadafi sejam afectadas, não dispensamos qualquer espécie de contributo.
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