Resistência e Sobrevivência!
"Nem todos estão à vontade com a ideia de que a política é um vício. Mas é. Eles são viciados e mentem e enganam e roubam como fazem todos os junkies." - Hunter Stockton Thompson
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domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 27 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
25 de Abril - Saudade!
Hoje, comemora-se o 37º aniversário do 25 de Abril de 1974. Na minha perspectiva cumpre-se apenas calendário, pois, quando princípios como a "democracia" e a "liberdade" estão completamente postos em causa, quando são menosprezados ou esquecidos em detrimento de outro tipo de valores, deixa de fazer algum sentido celebrar algo desfasado.
sábado, 19 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
O dia seguinte ao Sobressalto Cívico
"E o Povo, pá?"
As condições estavam reunidas: A nação está à rasca, a Manifestação estava marcada e com sinais de uma adesão forte e relevante. Uns dias antes, na tomada de posse, Cavaco Silva tinha feito um discurso de circunstância, calculista e altamente estratégico, devido à conjuntura. A cereja no topo do bolo foi o anúncio do PEC IV, no dia anterior ao dia do protesto, com os seus ingredientes a revelarem a chacina que este Governo está a fazer ao Estado Social e a acentuar ainda mais a dependência a Bruxelas - tudo o que é decidido em relação ao país são os outros que decidem e este Governo limita-se a obedecer (o FMI nem precisa de cá vir)…
Tudo a postos, a malta compareceu em massa e juntou-se para confraternizar, berraram-se umas palavras de ordem, cantaram e tocaram umas músicas de reportório "interventivo". No caso de Lisboa, desceu-se a Avenida num ritmo a raiar o carnavalesco polvilhado de episódios de alguma imaturidade e desembocou-se no Rossio e… então e agora, pá??? (Se calhar ainda é cedo para perguntar).
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sábado, 12 de março de 2011
O Sobressalto Cívico
[imagem retirada do blogue ProtestoGráfico]
Hoje é um dia importante para os portugueses, para o País. Há forças ocultas que tendem a relativizar a manifestação de protesto marcada para hoje, às 15:00, espalhada um pouco por todo o país. Mas o que é certo, é que essas mesmas forças ocultas têm medo da manifestação, receiam que esta contribua para os fazer cair do poleiro! As pessoas vão sair à rua e eu espero que aproveitem bem o facto de atravessarmos uma conjuntura bastante desfavorável e altamente negativa, que aproveitem as melodias de embalo que os Deolinda, os Homens da Luta e outros, nos oferecem e que cada um faça uma reflexão e consiga perceber que não podemos continuar de costas voltados uns para os outros, lutando sózinhos contra as adversidades, que percebam que a união faz a força e o povo (o "povinho" como alguns apelidam num tom abominavelmente desprezível) é quem mais ordena!
Sobretudo, desejo que esta manifestação prime pela diferença e que origine a mudança! Senão, corre o risco de ser apenas mais um protesto que irá fazer parte das estatísticas... E, daqui as uns tempos, estar-se-á a organizar outro, talvez com o dobro ou o triplo da angústia e do descontentamento, com os participantes potencialmente mais precários e ainda mais à rasca! Hoje, que seja o primeiro dia do resto das nossas vidas e um dia de esperança para gerações vindouras.
sábado, 5 de março de 2011
O contra-protesto

Parece que o dr. Mário Soares está preocupadíssimo com aquilo que possa ser desencadeado pela massa de gente que vai aderir à manifestação de protesto no dia 12 de Março. Soares classifica os promotores do evento de pessoas "perigosas", "anti-democráticas" e "niilistas"...
Eu espero que os manifestantes não pisem a bandeira nacional!
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Dias de Raiva
Os descontentamentos populares, traduzidos em manifestações contra os regimes autocráticos ou ditatoriais, alastram pelo Norte de África e Médio Oriente.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Nasceu um novo Hino
Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
"subsídio" contra a precariedade!
Grito de uma Geração!
PROTESTO!
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