"Nem todos estão à vontade com a ideia de que a política é um vício. Mas é. Eles são viciados e mentem e enganam e roubam como fazem todos os junkies." - Hunter Stockton Thompson

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Eleições Presidenciais 2011 (ligeiro rescaldo)

Se a forma que a sociedade portuguesa encontrou para expressar o seu descontentamento face à crise e face à desconfiança sobre a política e os políticos em geral, foi um desquite do dever cívico, originando uma das maiores abstenções da história, 53,3%, então estamos todos muito mal, está tudo errado! Quanto a Cavaco Silva, o reeleito Presidente, eu gostaria que tivesse suado mais um bocadinho indo a uma segunda volta, independentemente daquilo que os mercados pudessem "pensar"! É o Presidente eleito com menos votos de sempre. Tudo na mesma!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Só eu sei porque não voto no Cavaco!

Não voto em Cavaco Silva porque não gosto e nunca gostei dele. Sempre o achei de plástico, pouco natural, em permanente representação! Não voto em Cavaco Silva porque este não tem bom carácter. É arrogante e sobranceiro para com os portugueses, apesar de bajulador e subserviente, a certos interesses externos ao País. Não voto em Cavaco Silva, porque eu, ao contrário dos que vão votar nele e reconduzi-lo na Presidência da República, não tenho a memória curta e não sou masoquista! Se o País está a um curto passo da bancarrota deve-o em grande parte a Sócrates e seus pares, mas com a co-responsabilidade dos anteriores governos PSD que perderam a dignidade, a integridade, a rectidão, a seriedade e a honestidade (se é que alguma vez as tiveram), deixando-se corromper e subornar, e que tinham em Cavaco Silva a figura máxima. Não voto no Cavaco porque este foge do confronto que é espontâneo e natural. Não voto nele porque ele encarna, na minha opinião, o que de pior um líder pode ter. Eu! Merecia ao menos que ele fosse a uma segunda volta. Eu! Estou perfeitamente a borrifar-me para aquilo que os malditos mercados possam "pensar"!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

As inevitáveis sondagens


Enquanto Sócrates anda pelas Arábias a impingir a dívida pública e a arrasar com a credibilidade que nos resta, ontem, as sondagens de um jornal atribuíam a vitória clara a Cavaco Silva por cerca de 61% dos votos. Que as sondagens valem o que valem já todos nós sabemos, mas não deixa de ser um indicador, e, não deixa de ser pertinente alertar para o facto de que, Cavaco Silva irá ser eleito por vontade da grande maioria dos portugueses que irão votar, os mesmos que devem sofrer de amnésia ou então são tremendamente masoquistas! Se o País está como está, não o deve exclusivamente ao governo PS, tem muito dos governos do cavaquistão. Que Manuel Alegre não é carne nem é peixe, que fica ali perdido no meio e dá prejuízo, também nós sabemos. Mas votar em Cavaco Silva não significa deixar tudo na mesma, votar em Cavaco é agravar mais o estado (miserável) das coisas, é baixar os braços, é perder a esperança, é desistir e entregar definitivamente a honra, a dignidade e o orgulho que alguns de nós ainda detemos, para que sejam leiloados juntamente com a dívida pública. Por uns pagam os outros e só temos o que merecemos, mas ainda assim, há uns que merecem mais que outros. Só eu sei porque não voto no Cavaco!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Esplendor de Portugal (cont.)

O período de campanha das Presidenciais é apenas uma extensão da pré-campanha, onde as coisas apenas são mais do mesmo. Nada se passa de novo: os ataques continuam, o nível desce, os escândalos são explorados até à exaustão! Diz muito de quem deseja tornar-se a figura suprema deste país.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Ópio do Povo

O país real entrou em convulsão e quase parou com a morte de uma figura da sociedade cor-de-rosa, os posteriores desenvolvimentos e teorias de toda a espécie ao redor da vítima. Cavaco, Alegre, Nobre e cia. disputam agora as audiências com o falecido cronista. Os portugueses parece que esquecem os problemas para passar o tempo a dissecar e a esmiuçar com lugubridade e com morbidade as incidências. De Sócrates então, não ouvi falar hoje!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Uma história...

Há histórias interessantes que devem perdurar, que não se devem apagar da memória colectiva. Assim como a poesia, devem ser intemporais. E a aventura do poeta/deputado/candidato à Presidência, Manuel Alegre, na Guerra Colonial, pós-Nambuangongo, provavelmente até daria um argumento mais que razoável para um romance de espionagem. A história começaria em Argel, para onde foi Manuel Alegre depois de ter desertado de Angola... Dizem as más-línguas, que Alegre teria então uma actividade bastante frenética como espião das posições lusas, fornecendo posteriormente ao inimigo as estratégias militares das tropas portuguesas. Ou  seja, Alegre, indirectamente, deve ter condenado à morte um sem-número de compatriotas! Não deveria Manuel Alegre ser considerado traidor à Pátria? Não deveria ser julgado como tal?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Presidenciais: O Esplendor de Portugal

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Tiro no pé!
Devido ao ordenado pouco razoável e apertado como deputado na AR, Manuel Alegre também tem de "se virar" e fazer uma perninha na publicidade! Entretanto, os bancos visados nesta guerra Cavaco vs Alegre, vão tendo publicidade à "borlix", ainda que não seja pelas melhores razões.